29 de Setembro
Então o azeite parou
"E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou." — 2 Reis 4.6
Não vejo aqui Jesus e a sua plenitude? O seu dar nunca cessa até que não tenhamos mais vasilhas vazias para receber. E certamente é justo que o azeite da graça pare quando não há mais almas a serem supridas. Seria de fato uma pena que algo tão precioso fosse derramado no chão.
Minha alma, não és pobre como esta pobre mulher? Veio o credor para te levar como escrava? Clama fortemente a Jesus, o Senhor Deus dos profetas. E pedirás vasilhas emprestadas para receber a sua bondade? Pede "não poucas"; pois todas as vasilhas hão de faltar antes que Jesus falte. Encheste todas? Vê, então, que o teu Credor todo-poderoso seja pago da bondade de Jesus, pois ele pagou toda a tua dívida; e vê que vivas daqui em diante da plenitude de Jesus.
Ah, Senhor generoso, que eu aprenda daqui doces lições de fé. Não há estreiteza em ti, mas toda a plenitude. E tudo o que tens, além disso, é para pecadores. E, precioso Senhor, não és glorificado em dar a pecadores? Não é a tua glória e o teu deleite fazê-lo? Não te agradas quando pecadores vêm a ti? Ah, que eu tenha graça para vir a ti, e para saber e crer que é a tua glória e o teu prazer recebê-los: "o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora". De fato, de fato, tens casa aberta, mão aberta, coração aberto. Senhor, dá-me vir a ti diariamente, a cada hora, vazio para ser cheio: de graça aqui e de glória depois.